Por: Filipe d'Vill
Se há coisa que detesto são os bares cheios de gente que não consegue parar de coçar o nariz. Dançam ao som de qualquer tipo de música, bebem bebidas dispendiosas com nomes pomposos que não aquecem nem arrefecem e entram e saem da casa de banho a um ritmo frenético. Às vezes enganam-se e entram na primeira que lhes aparece à frente, sem saberem se se trata da dos homens ou das mulheres. Eu até acho uma certa graça quando isso acontece, sobretudo quando estou a mijar e já bebi alguns litros de cerveja.
Se há coisa que detesto são os bares cheios de gente que não consegue parar de coçar o nariz. Dançam ao som de qualquer tipo de música, bebem bebidas dispendiosas com nomes pomposos que não aquecem nem arrefecem e entram e saem da casa de banho a um ritmo frenético. Às vezes enganam-se e entram na primeira que lhes aparece à frente, sem saberem se se trata da dos homens ou das mulheres. Eu até acho uma certa graça quando isso acontece, sobretudo quando estou a mijar e já bebi alguns litros de cerveja.
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