terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Por: Filipe d' Vill

Consegue imaginar uma casa cheia, mas pessoas que só lá vão porque é moda?
E bandas que só tocam para pessoas que conhece? Consegue imaginar?
Eu não, mas consigo assistir a....

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Um Fim de Semana com...Tó Trips

Por: Corto Maltese

Se há gajos que surpreendem este é um deles. Passou de junkie a intelectual, mas sempre aumentar o seu gosto refinado pela música. É como o vinho do Porto, quanto mais velho melhor.
Este senhor ganhou acesso a directo a Intocável na Tortura Cor de Rosa, por toda a sua carreira e por ter usado estas suas palavras num concerto seu do Maxime, quando tocou com Sir Richard Bishop:
"Calem-me ali aquelas galinhas, caramba!"
On the road com o Tó Trips!
Acabaram-se as trips agora é o Tó das elites!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Preparai-vos seus Valentes

Por: Corto Maltese

Preparai-vos seus Valentes, porque ainda vos vai chegar mais mostarda ao nariz.

Nada de vale amedrontar-nos com ameaça de spam da blogger, porque iremos continuar a maldizer aqui estas cantigas de escárnio.Ahahahahahhaha.
Sabéis a vingança serve-se fria ( como galinha podre).
Meus caros leitores que adorais tortura não quereis começar também a colaborar com o blog e enviar os vossos textos? Mas é preciso que estejam bem escritos e que torturem muito os Valentes que andam praí! Prometemos uma séria selecçao dos mesmos!

Mandai para aqui:

torturacorderosa@gmail.com

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Como seriam os Festivais em Portugal sem Subsídios?

Por: Corto Maltese

São inúmeros os festivais em Portugal que sobrevivem à custa dos subsídios do Ministério da Cultura ou outras entidades. Aqui vão algumas razões que mostram o quanto está viciado este mundo das Artes e Cultura em Portugal:

1) Festivais que julgam que por terem subsídios não precisam de investir em captação de públicos;

2) O dinheiro dos subsídios vai para comprar bons carros, fazer ditas "visitas de estudo" (vulgo férias) ou investir em propriedades para benefício próprio;

3) Não valorizarem a mão-de-obra, então fazem uso dos voluntários, para não pagarem; Ou fazem uso do recibo verde para terem o mínimo de responsabilidade e compromisso;

4) Pagarem estadias ( hoteis), alimentação e afins ( categoria onde se podem incluir as drogas) aos amigos que aproveitam para fazer férias durante a duração do festival;

5) A escolha artística é muito duvidosa onde os artistas normalmente são repescados do mesmo círculo vicioso;

6) Os responsáveis destes festivais darem cerca de 80% de convites;

7) Fazerem concursos em que os vencedores ficam sem os prémios;

Estas são algumas razões, mas muitas mais poderiam ser mencionadas. Imagine-se um país onde os festivais tivessem que ser totalmente independentes dos subsídios?? Isto obrigaria a mais trabalho, mais diversidade e com certeza muitos menos festivais. O que se calhar até seria bom, a quantidade não é qualidade.
O subsídio é bom quando é bem empregue, quando é visto como um financiamento para a localidades e para todos os agentes envolvidos ( entidade, público, governo e artistas).


Há por outro lado festivais que escapam a isto, pela sua notoriedade e pelo trabalho que sempre fizeram até hoje,aqui vão alguns:

1) Fantasporto;
2) Festival de Músicas do Mundo ( Sines)
3) Festival Indie
4) Festival Alkantara
5) O Espaço do Tempo- Montemor-o-Novo

É preciso que a Cultura seja encarada como algo sério, não que continue com estes esquemas que em nada vangloriam porque assim será difícil acreditar que os festivais não sejam subsídio-dependentes. Não questiono os subsídios questiono sim a forma como eles são gastos!